Fim do dinheiro físico: O anúncio do Banco Central sobre nova moeda no Brasil, substituta do Real, após 30 anos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Saldo digital deve ganhar ainda mais força no país, dando fim ao formato tradicional
Há exatos 30 anos, o Real substituiu o Cruzeiro no Brasil. Ele continua sendo a moeda oficial nacional, mas, diante do crescimento da tecnologia, uma substituição já entrou nos planos do Banco Central.
Hoje, segundo a instituição, mais de 200 milhões de transferências são feitas por Pix diariamente. Isso, claro, envolve marcas como Caixa, Bradesco, Itaú, Nubank e Santander, que são as principais em atividades no país.
Segundo o portal Seu Crédito Digital, o Banco Central anunciou o Drex, que será uma moeda online, substituindo a cédula física. Ele deverá ser guardado nas carteiras tecnológicas desenvolvidas pelas instituições financeiras.
Em outubro, aconteceu o Score Summit, em São Paulo, com a presença de Carlos Eduardo Brandt, do Banco Central. Durante a convenção, o especialista falou sobre a chegada do chamado “Primo do Pix”, que será implantado no Brasil.
O novo Drex promete tecnologia, facilidade e unificação para a movimentação do dinheiro. “O Banco Central não está fazendo algo que se interponha ou que tenha intercessão entre um ecossistema, entre uma plataforma e outra”, destacou Brandt.
“As plataformas vão se conversar, mas o mais importante é colocar essa visão de complementaridade, no sentindo de que vai atender casos de uso que são melhor atendidos com essa tecnologia, essa dinâmica ao que poderia ser feito com o Pix”, acrescentou.
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Por enquanto, ainda não há data definida para o lançamento do Drex. Ele está em fase de testes em ambiente restrito, iniciados em março de 2023. Porém, promete ser revolucionário no mercado nacional.
Qual a função do Banco Central?
Essa instituição faz parte do Conselho Monetário Nacional e tem como função administrar as funções bancárias no país. Apesar de exercer responsabilidades públicas e manter vínculo com o Ministério da Economia, eles mantêm as próprias decisões.