Previsão da vidente Chaline Grazik aponta título inédito para seleção europeia, enquanto cientistas da USP revelam o verdadeiro favorito matemático

Após a eliminação precoce e dolorosa da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo, muitos torcedores no país desanimaram e viraram as costas para o restante do torneio, vendo o sonho do hexacampeonato ser adiado novamente. Mas, mesmo diante do vazio deixado pelo Brasil, o público ainda busca resposta. Neste contexto, a vidente Chaline Grazik, em um vídeo compartilhado em duas redes e replicado pelo canal “Videntes do Brasil” no YouTube, acabou dando uma previsão de qual país levantará a taça tão desejada.

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Na leitura espiritual, as cartas do baralho cigano foram utilizadas para mapear essa energia e, mesmo sem citar diretamente o nome do país de forma nominal no momento dos cálculos, a descrição detalhada dos símbolos e das características geográficas e históricas coincide com a Noruega, o carrasco do Brasil que está nas quartas de final.

Chaline Grazik, famosa vidente (Foto: Reprodução/ YouTube)
Chaline Grazik (Foto: Reprodução/ YouTube)

Os quatro pilares:

  • A carta da cobra (energia feminina): A vidente destacou que o país campeão possui uma forte energia feminina, indicando que o nome do país possivelmente termina com a letra “A”, como é o caso de Noruega;
  • A carta do jardim (arborização): O país vencedor foi descrito como um local com fauna e flora extremamente ricas, muito arborizado e marcado visualmente pela presença de flores e elementos da natureza;
  • A carta da torre: A previsão aponta para a existência de um ponto turístico que, segundo ela, é “muito importante“, caracterizado por um lugar alto, vertical ou uma estrutura monumental imponente;
  • Histórico de trauma: A espiritualidade indicou que se trata de uma nação que já passou por grandes derrotas no passado, carregando um “trauma” esportivo, mas que conseguirá se sobressair em 2026. Além disso, as energias cromáticas associadas ao time vencedor são o vermelho ou o amarelo, cores que compõem a identidade visual da bandeira e do uniforme norueguês.

Veja o vídeo completo abaixo:

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MAS ATENÇÃO!

Embora as previsões místicas alimentem a curiosidade popular, jornalisticamente é necessário reforçar que previsões esotéricas baseadas em leituras de cartas não possuem comprovação científica e pertencem ao campo das crenças individuais, não correspondendo necessariamente à realidade dos fatos ou ao desfecho real das partidas de futebol.

Quem realmente tem o favoritismo para ganhar a Copa do Mundo?

Lembrando que, quando o assunto é probabilidade real fundamentada em dados, o favoritismo técnico da competição pertence a outra gigante europeia.

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De acordo com a plataforma interativa Previsão Esportiva, desenvolvida por estatísticos de cinco universidades de ponta (incluindo USP e UFSCar), a França é a seleção que detém o real favoritismo matemático para vencer a Copa do Mundo de 2026.

Conforme levantado pelo G1, o projeto universitário utiliza algoritmos dinâmicos de Inferência Bayesiana e Simulações de Monte Carlo para rodar o torneio milhares de vezes e estipular as chances reais de cada sobrevivente.

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Como a França já jogou as quartas de final e despachou o Marrocos por 2 a 0, garantindo-se como a primeira semifinalista, os números do torneio dispararam.

Veja os dados calculados para o desenrolar das quartas de final:

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No modelo bayesiano (dados objetivos + palpites de especialistas)

  • A França lidera o favoritismo com 29% das chances de título;
  • A Argentina aparece logo atrás, com 26,6% de probabilidade;
  • A Espanha surge na terceira colocação com 12,7%;
  • A Inglaterra detém 11,9% das intenções de vitória;
  • A Noruega ostenta 10,9% de chance matemática;
  • A Suíça pontua com 6,5% no levantamento;
  • O Marrocos aparece com 1,7% (eliminado nas quartas pela França);
  • A Bélgica fecha a lista com apenas 0,7% de força.
Estrelas da França e Marrocos, Mbappé e Hakimi (Foto Reprodução/Jornal Nacional)
Estrelas da França e Marrocos, Mbappé e Hakimi (Foto Reprodução/Jornal Nacional)

No modelo de força (Ranking FIFA, Elo, Desempenho Recente e Valor de Mercado):

  • A França dispara no topo com 33,5% de favoritismo;
  • A Espanha assume a segunda posição com 19%;
  • A Argentina cai para a terceira colocação com 18,4%;
  • A Inglaterra sustenta 15,3% de probabilidade mercadológica;
  • A Noruega fica com 6% dentro deste critério;
  • O Marrocos tinha 3% de força estimada antes da queda para os franceses;
  • A Bélgica pontua com 2,5% das chances;
  • A Suíça encerra o modelo de força com 2,3%.

Porém, esses modelos matemáticos apresentados pela academia são dinâmicos. Ou seja, à medida que os placares reais acontecem nas arenas norte-americanas, o sistema recalcula automaticamente as rotas e pesos de ataque e defesa, atualizando as probabilidades até o dia da grande final.

Inclusive, nas últimas quatro edições da Copa (2010 a 2022), o campeão real sempre esteve na lista dos quatro favoritos do grupo de cientistas.

Para acompanhar as atualizações diárias das probabilidades matemáticas e simulações do torneio, os dados completos podem ser consultados diretamente no site do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, que coordena o monitoramento estatístico da competição ao lado das demais instituições federais.

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