No BDSP, a jornalista Sabina Simonato acaba demonstrando revolta ao noticiar mais uma morte

Durante o Bom Dia São Paulo, na manhã desta quarta-feira, dia 25, a apresentadora Sabina Simonato acabou se revolrando ao confirmar uma morte no jornalístico.

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Em suma, conforme divulgado no BDSP, um homem de 52 anos é suspeito de atirar e matar a ex-namorada de 26 anos dentro de casa na noite de terça-feira (26) no Tremembé, na Zona Norte de São Paulo, por não aceitar o fim do relacionamento.

Se tarat de Raimundo Nonato Ferreira da Silva fugiu após o crime e é procurado pela polícia. A defesa dele não foi localizada. A vítima se trata de Letícia Alves de Oliveira, era mãe de duas meninas, de 6 e 2 anos.

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Conforme acabou sendo divulgado pelo boletim de ocorrência, a irmã dela, Larissa Salles, presenciou tudo. Em depoimento à polícia, ela contou que viu o suspeito sacar um revólver e apontar a arma para Letícia. A jovem tentou se defender e correu para o banheiro para se proteger, mas foi atingida pelos disparos.

Ainda segundo a Polícia Militar, equipes realizaram diligências em um endereço onde Raimundo possivelmente estaria morando, na Vila Fidalgo, mas a residência foi encontrada vazia.  Além disso, por meio de um comunicado, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que o caso foi registrado como feminicídio, violência doméstica e localização/apreensão de objeto no 73º Distrito Policial (Jaçanã).

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O assunto acabou gerando a revolta da apresentadora Sabina Simontado que fez questão de expor sua indignação: “Raimundo Notato Ferreira da Silva, ele segundo a polícia não aceitava o fim do namoro e depois de uma discussão, deu dois tiros na ex. A vítima é uma jovem de 26 anos, mãe…”, disse Sabina, indignana.

“O feminício ele é evitáel, eu não canso de falar isso. Essa revolta não é de uma mulher aqui, é de uma sociedade. O que nós não estamos fazendo que esses casos não freiam?”, disse ela, totalmente revoltada.

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Qual o número do feminício do Brasil?

O Brasil registrou 1.568 feminicídios no último ano completo de monitoramento, o que representa uma média de aproximadamente uma mulher morta a cada 5 horas e 25 minutos.

Se você está buscando ajuda ou precisa denunciar um caso de violência contra a mulher, os canais oficiais de apoio são:

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  • Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher, disponível para ligações ou via chat no WhatsApp (61) 9610-0180.
  • Polícia Militar: Em casos de emergência, ligue 190.

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