Risco de manchas de pele e +: ANVISA baixa decreto contra protetor solar nº1 das 45+ após descoberta

ANVISA proíbe protetor solar após identificar sérios riscos à saúde após descoberta e mulheres 45+ ficam atentas.

06/05/2025 às 09:10 · Tempo de leitura: 7 minutos

ANVISA emite decreto contra nº1 das 45+ após descoberta (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco/Lennita/Pinterest/Canva)

ANVISA proíbe protetor solar após identificar sérios riscos à saúde após descoberta e mulheres 45+ ficam atentas

A ANVISA publicou no dia 25 de abril de 2025 a RESOLUÇÃO nº 1.600, a qual proibia um protetor solar popular e nº 1, principalmente entre as 45+, após descoberta.

Trata-se do PROTETOR SOLAR FPS 30 SUNLAU UVA/UVB REPELENTE DE INSETOS COM VITAMINA E.

A medida atingiu todos os lotes cuja rotulagem traz a frase: Reaplicar o produto a cada 3 horas.

 Sendo assim, a partir de informações oficiais da própria resolução, a equipe especializada em fiscalização do TV Foco traz abaixo todos os dados da proibição e as medidas tomadas.

ANVISA emite proibição contra queridinho nº1 das 45+ (Foto Reprodução/Internet)

MAS ATENÇÃO! Antes de prosseguirmos com a matéria, é bom deixar claro que o episódio afetou somente um lote da marca, ou seja, todos os demais lotes, bem como linhas, permanecem sendo comercializados normalmente.

Sem registro e sem autorização

A fiscalização sanitária constatou que o produto vinha sendo fabricado com fórmula diferente da autorizada pela ANVISA, infringindo o artigo 13 da Lei nº 6.360/1976, que regula a produção de cosméticos, medicamentos e correlatos no Brasil.

Além disso, a fabricante — Henlau Química Ltda, inscrita sob o CNPJ 01.847.902/0001-20, com sede na Avenida Dr. Labieno da Costa Machado, 3375, Distrito Industrial, Garça (SP)não possuía autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) para a atividade exercida.

Importância da empresa e manifestações:

Até o momento, a marca não se manifestou publicamente sobre a proibição imposta pela ANVISA, mas o espaço segue em aberto.

O SUNLAU FPS 30 conquistou espaço no mercado por prometer proteção contra radiação UVA/UVB, ação repelente de insetos e presença de vitamina E, atributos que atraíram consumidores em busca de soluções práticas e multifuncionais.

Sua distribuição em larga escala e preço acessível ampliaram seu alcance em farmácias, mercados e plataformas online.

RESOLUÇÃO da ANVISA pt 1 (Foto Reprodução/ANVISA
RESOLUÇÃO da ANVISA pt 2 (Foto Reprodução/ANVISA

Quais são os riscos de usar protetor solar sem autorização da ANVISA?

O uso de uma formulação não aprovada levanta sérias preocupações sanitárias.

Afinal de contas, produtos não autorizados oferecem riscos como:

  • Manchas na pele;
  • Reações alérgicas;
  • Falsa sensação de proteção solar.

O que pode resultar em queimaduras, envelhecimento precoce e aumento do risco de câncer de pele.

O uso contínuo de um cosmético sem composição validada compromete diretamente a eficácia do filtro solar e da ação repelente declarada na embalagem.

Protetor solar sem autorização da ANVISA representa sérios riscos à pele (Foto: Reprodução/CANVA)

Conclusão:

Em suma, a decisão da ANVISA reforça a importância do controle rígido sobre a produção de cosméticos.
Produtos sem fórmula aprovada representam riscos diretos à saúde da população.

Consumidores devem interromper imediatamente o uso do lote mencionado do protetor SUNLAU.

Por fim, a Vigilância Sanitária segue monitorando o caso e novas medidas não estão descartadas.  

Mas, para saber sobre mais interdições como essa envolvendo a ANVISA, clique aqui*.

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