Vasco sofre pressão em meio as apresentações abaixo do esperado e com isso, Renato Gaúcho tem demissão exigida dentro do clube pelos torcedores
O Vasco não vive seu melhor momento desde que Renato Gaúcho assumiu o elenco. O clube hoje ocupa a 16° colocação do Brasileirão e se não ganhar nesse final de semana, poderá ficar na zona durante a paralisação para a Copa.
Por conta disso, Renato Gaúcho está sendo alvo de críticas por parte da torcida, que inclusive estão pedindo sua demissão. Mas, em meio à pressão, o técnico resolveu se manifestar.
Durante entrevista coletiva ao fim do jogo contra o Barracas Central, onde o time carioca triunfou e com isso ganhou uma vaga para os jogos decisivos, o técnico abriu o jogo sobre situação.

Assumiu a situação do clube
Primeiramente, Renato comentou sobre o que vive e destacou que jamais iria se acovardar, por pior que fosse a situação:
“Coisa que nunca fui e nem vou ser é covarde. Bem pelo contrário. Se eu fosse covarde, nem teria vindo para o Vasco. Que fique bem esclarecido. Pode ter certeza que sou sujeito homem em todos os aspectos e situações”.
Ele ainda fez questão de esclarecer uma situação de saúde que impediu que ele estivesse 100% na partida:
“Não é por que deixei lá, estou com coisa na garganta, abaixo de remédio. Hoje mesmo estão vendo como estou. Hoje ganhando de 3 a 0, o Gabeira (Alexandre Mendes, auxiliar técnico) foi para beira do campo para eu poupar a garganta e o médico me deu remédio”.

Pretende ficar no Vasco?
Questionado sobre sua permanência, ele foi direto em sua resposta: “Aumentou meu tesão. Boa noite”. E ele ainda comentou sobre os protestos que teve em São Januário:
“Isso acontece em todos os clubes, não acontece num lugar só. O torcedor tem todo o direto de protestar e sem violência. Eles foram lá no CT sem violência, conversaram com alguns jogadores sem violência”.
E destacou: “Hoje protestar, não entrar no estádio, eles têm todo o direto de fazer isso. Não é a primeira vez, não vai ser a última, não é o primeiro clube, não vai ser o último. Isso faz parte do futebol brasileiro, hoje aqui, amanhã ou depois, em outro clube, como acontece, né. Faz parte do nosso futebol”.

Até quando vai o contrato de Renato?
Ele assinou para ficar até o fim de 2026. Vale lembrar que ele chegou em março e vai completar no início de junho os 3 meses pelo clube. Por isso que os pedidos de demissão são uma surpresa.
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