R$1,5 bilhões na mesa: A proposta absurda para venda do Grêmio e declaração de Guerra sobre nova SAF
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Grêmio tem proposta sobre nova SAF do tricolor e Presidente faz declaração
O youtuber Matheus Dávila fez apontamentos em seu canal no Youtube no mês de março sobre a proposta milionária para clube do Grêmio virar SAF.
As Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) têm ganhado cada vez mais espaço no cenário do futebol brasileiro.
A proposta de compra do Grêmio começava em 1,5 bilhão de reais. O Grêmio tem uma estrutura física e patrimônio sólidos, com menos dívidas em comparação com outros clubes.
Embora o clube não estivesse à venda no momento, estava estudando o assunto e analisando negócios feitos por outros clubes para uma possível reestruturação financeira.
Acreditava-se que isso traria garantias e competitividade ao clube, mas também reconhecia-se que as Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs) possuem vantagens financeiras se estiverem dispostas a investir em títulos e conquistas.
Na época internautas tinham opinião quase que unanime de que o Grêmio é dos torcedores.
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Renato Gaúcho, técnico do Grêmio em coletiva de imprensa (Foto: Reprodução/ Internet)
GRÊMIO VAI VIRAR SAF?
De acordo com o site Gremistas, o Grêmio não vê a SAF como uma opção viável no momento.
Em entrevista de agosto à CNN, o presidente do Grêmio, Alberto Guerra, foi claro ao expor sua posição sobre o assunto: “No momento, a gente não pensa em transformar o Grêmio em SAF. Eu gosto do sistema e sou uma cria do clube, cresci lá dentro e tive vários cargos. Gosto dessa formação do clube, que agrega as pessoas da cidade e é uma representação da nossa própria cidade”, disse.
Apesar disso, o time não parece se importar quando o assunto é melhorar o elenco de sua equipe.
Alberto Guerra, na mesma entrevista à CNN, foi enfático ao destacar a visão do clube para o futuro: “Não é só o Suárez. Nós vamos buscar, ao longo da gestão, jogadores grandes, que correspondam desportivamente no campo e que possam nos auxiliar nas outras ferramentas de valorização da marca. Não conseguimos desvincular o ganho esportivo do ganho econômico. Na medida que o esportivo vai bem, o econômico vem junto com a venda de produtos e números de sócios”.