Márcia Goldschmidt detona desrespeito de Virginia e diz o que faria se fosse amiga dela: "Me irrita"

Márcia Goldschmidt detonou Virginia Fonseca (Foto: Reprodução/ Internet)
Márcia Goldschmidt voltou a viralizar, mas dessa vez por falar o que pensa de Virginia. A apresentadora disse o que faria se fosse amiga da influenciadora
Márcia Goldschmidt é uma das grandes apresentadoras da TV brasileira. Apesar de estar longe da profissão, a beldade tem atuado como criadora de conteúdo nas redes sociais e vem emitindo opiniões sobre alguns assuntos, inclusive, teceu críticas para Virginia Fonseca.
Não é de hoje que Márcia Goldschmidt demonstra não compactuar com vários dos comportamentos da loira. Dessa vez, durante participação na LeoDiasTV, a apresentadora acabou detolando Virginia Fonseca e falando sobre a forma que a influenciadora subestima o público.
“Eu acho o seguinte, me irrita porque ela desrespeita muito os seguidores dela, ela não dá a menor satisfação, ela passa batido como assim, ‘dane-se, o que vocês pensam, o que vocês não estão pensando, o que estão falando de mim, o que não estão, estou acima do bem e do mal”’, disse ela.

“Se eu fosse amiga dela, eu daria um recado para ela, que seria o seguinte: esperteza não é vender ilusão, esperteza é mudar o rumo do barco quando a tempestade está chegando e está chegando”, cravou Márcia Goldschmidt. Ela aproveitou para citar as críticas em cima de Virginia.
“Eu vejo pelos comentários das pessoas, as pessoas falam. Porque uma coisa é, está saturando, efetivamente está saturando, independente de qualquer coisa, bem ou mal, está saturando, isso é uma realidade, vocês imaginam melhor do que eu, sabem disso”, disparou ela.
“Outra coisa é, a falta de feedback, de respeito com o próprio seguidor, porque o seguidor não é o nosso empregado, ele trabalha de graça para a gente, mas a gente precisa dar o valor que ele tem. O seguidor demite a gente quando ele bem entender”, frisou a apresentadora.

Ela reconheceu a influencia de Virginia, mas fez um grande alerta: “O ego nunca pode ser maior do que o talento, do que a inteligência. E com o poder, e ela tem um tremendo poder, é inegável, eu mesma sou uma pessoa que digo, ela é super inteligente […], mas, sabe, o poder cega”.
Ministério Público de olho em Virginia
Virginia Fonseca voltou a centro dos holofotes por conta de uma ação civil protocolada na última quarta-feira,08 de julho, pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra a influenciadora digital e a plataforma de apostas Blaze.
O órgão pede a condenação de ambos ao pagamento solidário de R$ 120 milhões em danos morais coletivos pela divulgação abusiva do site de apostas. Segundo a ação civil, Virginia e a plataforma sustentam uma “engenharia predatória de exploração” para aproveitar a vulnerabilidade dos apostadores.
O promotor de justiça Paulo Binicheski, responsável pelo caso, citou na ação um dos casos que seria irregular e disse que Virginia teria recebido cerca de 30% sobre a perda dos apostadores captados por ela durante a partida entre Argentina e Cabo Verde, válida pela Copa do Mundo.

“Em 3 de julho de 2026, durante a Copa do Mundo, a influenciadora Virginia Pimenta Fonseca Serrão, então com 56,7 milhões de seguidores no Instagram, divulgou em seu perfil, por meio da ferramenta Stories, sem advertir claramente que era conteúdo publicitário”, argumentou.
Motivos para o inquérito
A ação registra que a 1ª Prodecon (Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor) abriu um inquérito em 19 de junho. O objetivo era apurar “práticas abusivas e violações normativas atribuídas à plataforma de apostas”. No processo, o MP afirmou ter instaurado o inquérito por dois motivos.
Um deles é o recebimento de denúncias de consumidores, “noticiando retenção sistemática de valores depositados, bloqueio de contas e apresentação de justificativas genéricas”. O outro está ligado a um relatório recebido com mais de 42 mil reclamações contra a plataforma.
A ação também aponta que a contratação de influenciadores digitais de grande alcance amplia significativamente o potencial de disseminação dessas mensagens e o risco de prejuízo a um número indeterminado de consumidores, atraídos pela ilusória promessa de “renda extra”.
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