“Brutalidade”: Mãe de Suzane Von Richthofen faz desabafo sobre a filha em carta psicografada

Mãe de Suzane Von Richthofen, Marísia, surge em carta psicografada (Foto: Divulgação)
Mãe de Suzane Von Richthofen retorna em carta psicografada expondo a sua filha após tantos anos e surpreende ao sair em defesa dela após tantos anos
A mãe de Suzane Von Richthofen surpreendeu a todos ao fazer um relato pesado em uma carta psicografada. Ela defendeu a filha e o que revelou após tantos anos chocou a todos. Ela não guarda ressentimentos.
A carta foi divulgada pelo Canal no YouTube, Mistérios S.A. Na mensagem, ela fala do que enfrentou após a morte e o que entendeu com a sua passagem. Ao falar da filha, ela pede compreensão.

A passagem
Marísia von Richthofen, tinha 50 anos quando foi assassinada. Após anos da morte, ela comentou como foi a passagem para o outro lado:
“Começo a lhes dizer que não sofremos dor alguma em nosso desenlace. Dormimos e acordamos em outro lugar com o sol lindo brilhando, mas com uma dor de cabeça incômoda. Uma névoa branca no centro nos fez dormir de novo”.
Foi necessário um tempo de adaptação em seu novo local: “Dormimos por um longo tempo nos hospitais espirituais”. Agora, ela e seu marido encontram-se em paz e entenderam o propósito.

A revelação sobre Suzane
Para quem não se lembra, Marísia era psiquiatra e após sua morte muitos perguntaram se ela não havia notado o comportamento da filha que segundo especialisas tem traços de personalidade associados à psicopatia.
Em um trecho pesado, ela comentou sobre isso: “E a grande pergunta de todos sempre foi no mundo humano: por que sendo eu mãe psiquiatra, que ajudava e lidava com tantos casos semelhantes, que se deu a mim e a meu marido na Terra, a partir do mundo humano, não percebia as condições mentais de minha filha?”.
Então explicou: “A resposta sempre foi muito simples: jovens, crianças, falta de controle na época. A vida começa a impor mais trabalho, você olha mais para o trabalho do que dentro de casa, sempre no pensamento que há tempo, entendendo a idade, entendendo o tempo, tempo este que passamos também quando novos, de mudanças de pensamentos fúteis, de companhias que não nos adicionam nada”.

Suzane era normal
Foi então que ela disse que a filha era normal até certa idade e por isso não notou nada de diferente:
“Mas a grande verdade é: Suzane, antes de determinada idade, era uma criança normal, sentimental, nada diferente dos jovens de hoje em dia. Porque, caros irmãos, pais como o nosso, de pais e filhos com problemas semelhantes, começaram a se tornar uma constante”.
Então, saiu em defesa da filha: “Julgar é fácil, mas o caso de Suzane, o caso de vários jovens ou várias pessoas é o mesmo que nos aconteceu. A brutalidade do desenlace em si. Tanto faz a consequência em si, a trajetória em si é a mesma, culminando em perdas e dor”.
Além disso, garantiu que sua filha melhorou e que não é mais aquela pessao do passado:
“Com o tempo, Suzane mostrou sua melhora. Ao contrário do irmão que, solto e com livre acesso ao dinheiro, vai ao mesmo caminho e já caminha a fazer qualquer coisa para conseguir. Não vai demorar, se não obter ajuda, a cometer um erro como ela cometeu”.
O que ela disse sobre seu caso?
Por fim, fez uma análise sobre tudo que lhe aconteceu e também ao marido:
“O caso de Suzane, o nosso caso, tem que ser olhado como aprendizado e reformular o trabalho da psiquiatria, mas para isso precisam olhar hoje, com a evolução do caso, com outros olhos. O nosso caso em si, nossa história, não como um capítulo de uma novela, mas conhecer os caminhos que levam ao capítulo que te choca.”
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