Tudo o que você precisa saber sobre a morte de artista revelado no Programa do Jô, aos 79 anos

Já iniciamos essa quinta-feira, dia 11, com a notícia da triste morte de um artista que inclusive foi revelado no Programa do Jô. As informações são do g1, o portal de notícias da Globo.

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Estamos falando sobre ninguém mais, ninguém menos que o poeta assuense Paulo Varela, que se tornou símbolo da poesia popular nordestina. O artista potiguar ganhou projeção nacional ao participar do Programa do Jô, em 2005. Ele morreu aos 79 anos de idade.

Segundo o g1, a Prefeitura de Assú decretou luto oficial de três dias no município em homenagem ao artista. “Homem de sensibilidade singular, dedicou sua vida à arte da palavra, enriquecendo a literatura potiguar com sua poesia, sua amizade e sua presença marcante entre aqueles que cultivam a cultura e a beleza do verbo”, disse a Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte (SPVA-RN).

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“Paulo Varela dedicou sua vida à literatura e à poesia, contribuindo para o fortalecimento da cultura potiguar e deixando uma obra que seguirá inspirando leitores e admiradores”, disse a Secretaria Estadual da Cultura a Fundação José Augusto (FJA).

Morre Paulo Varela, o poeta que fez do sertão verso e memória
Morre Paulo Varela, o poeta que fez do sertão verso e memória – Foto Internet

Quem era Paulo Varela?

Seu legado cultural havia acabado de ser celebrado nas apresentações do espetáculo Auto de São João Batista 2026, que integrou o roteiro das comemorações dos 300 anos do padroeiro da cidade.

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O Governo do Estado do Rio Grande do Norte emitiu uma nota de pesar destacando sua contribuição inestimável para a identidade cultural e para as letras potiguares.

Agora, as informações dão conta de que a a família aguarda a liberação do corpo para o início do velório no Ginásio de Esportes de Jardim Lola, em São Gonçalo do Amarante.
O sepultamento está previsto para esta quinta-feira (11), no Cemitério Bom Pastor I, em Natal.

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Por fim, não podemos deixar de falar que seus versos retratavam personagens, costumes, festas populares, histórias do sertão e o cotidiano do povo do interior, contribuindo para preservar memórias e fortalecer a identidade cultural potiguar. Ao longo da carreira, tornou-se uma referência da chamada poesia matuta, sendo frequentemente apontado como um dos maiores representantes do gênero no Nordeste.

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