Confira o calendário de pagamentos do INSS de julho de 2026. Saques de um salário mínimo começam no dia 27 de julho para os segurados com final 1.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é responsável pelo sustento mensal de milhões de brasileiros. Afinal, o órgão do Governo Federal distribui o pagamento da aposentadoria e outros benefícios mensalmente.
Dessa vez, por exemplo, falaremos sobre o calendário de pagamento do mês de julho. Para quem não sabe, os benefícios começaram a cair na conta na segunda-feira, 27 de julho. Inicialmente, somente aos segurados que recebem até um salário mínimo.
Vale lembrar que a ordem dos pagamentos depende do número final do cartão do beneficiário e se ele recebe até um salário mínimo ou se tem direito a valores mais altos. Por isso, precisa ficar bastante atento às regras para não perder os prazos.

Para identificar o dia exato da liberação do dinheiro, o segurado precisa verificar o penúltimo algarismo do número do benefício, ignorando o dígito que aparece após o traço. Os pagamentos destinados a quem recebe o piso nacional ocorrem de forma escalonada.
O cronograma para o grupo de um salário mínimo começa na última segunda-feira do mês e segue de forma sequencial até o dia 7 de agosto, quando recebem os segurados com final 0. Essa organização evita sobrecargas no sistema de atendimento bancário.
Para quem recebe até 1 salário mínimo:
- Final 1: 27 de julho
- Final 2: 28 de julho
- Final 3: 29 de julho
- Final 4: 30 de julho
- Final 5: 31 de julho
- Final 6: 3 de agosto
- Final 7: 4 de agosto
- Final 8: 5 de agosto
- Final 9: 6 de agosto
- Final 0: 7 de agosto
Para quem recebe acima de 1 salário mínimo:
- Finais 1 e 6: 3 de agosto
- Finais 2 e 7: 4 de agosto
- Finais 3 e 8: 5 de agosto
- Finais 4 e 9: 6 de agosto
- Finais 5 e 0: 7 de agosto
Como aumentar o valor do INSS em 25%?
Muitos aposentados do INSS desconhecem que a legislação prevê um acréscimo de 25% no valor do benefício em situações específicas. O adicional tem como objetivo auxiliar segurados que passaram a depender da ajuda permanente de outra pessoa para realizar atividades básicas do dia a dia.
O pedido pode ser feito pela internet, por meio da plataforma Meu INSS, e depende de análise da Perícia Médica Federal. Caso o direito seja reconhecido, o aumento passa a integrar o valor mensal da aposentadoria enquanto permanecer a condição que justificou a concessão.

Vale lembrar que a legislação estabelece que não basta ser aposentado por incapacidade permanente. Além disso, é necessário comprovar, por meio de avaliação médico-pericial, que o segurado depende de outra pessoa para realizar tarefas essenciais da rotina.
Como funciona o aumento?
Quando o pedido é aprovado, o segurado passa a receber um acréscimo correspondente a 25% sobre o valor da aposentadoria por incapacidade permanente. O benefício foi criado para ajudar no custeio das despesas decorrentes da necessidade de um cuidador ou de assistência contínua.
Segundo o INSS, o adicional pode ser concedido inclusive para aposentadorias que já tenham atingido o teto previdenciário, desde que todos os requisitos sejam cumpridos. No entanto, esse valor não é incorporado à eventual pensão por morte deixada aos dependentes. O pagamento permanece apenas enquanto existir o benefício e a necessidade de assistência permanente.
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