Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reforça importância de movimentar benefícios

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fez um alerta importante para aposentados e pensionistas: quem deixar de sacar o benefício dentro do prazo estabelecido pode ter o pagamento suspenso temporariamente.

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A medida tem como objetivo aumentar a segurança do sistema e evitar pagamentos indevidos ou fraudes, segundo o governo federal.

A boa notícia é que, em muitos casos, a situação pode ser regularizada de forma simples pelo aplicativo Meu INSS ou pela Central 135.

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Nesta matéria, você saberá:

  • Qual é o prazo para sacar o benefício
  • O que acontece após 60 dias sem retirar o pagamento
  • Como solicitar a liberação de valores

Benefício pode ser suspenso após 60 dias sem saque

O INSS informou que os beneficiários precisam ficar atentos à data de pagamento do benefício.

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Caso o valor permaneça na conta bancária por mais de 60 dias sem ser sacado, o banco devolve o dinheiro ao instituo.

Após essa devolução, o pagamento fica suspenso até que o beneficiário solicite a regularização. Segundo o órgão, essa medida de segurança foi criada para impedir pagamentos indevidos, especialmente em fraude.

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Como recuperar o pagamento não recebido

Quem perdeu o prazo não perde automaticamente o direito ao benefício. É necessário apenas solicitar a emissão do pagamento que não foi recebido.

O procedimento pode ser realizado de duas formas:

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  1. Aplicativo Meu INSS
  • Acesse o portal Meu INSS
  • Em seguida, acesse o serviço “Solicitar Emissão de Pagamento não Recebido”
  1. Pela central de atendimento 135

O serviço eletrônico funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. A ligação é gratuita para telefones fixos e celulares.

Ilustração idoso e logo do INSS (Foto: Montagem TV Foco / GMN)
Ilustração idoso e logo do INSS (Foto: Montagem TV Foco / GMN)

Caso recente também chamou a atenção

O INSS também esclareceu um caso que ganhou repercussão nas redes sociais envolvendo um conhecido músico brasileiro, que teve dificuldades para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Segundo o instituto, o benefício havia sido reativado, inclusive com o pagamento de valores retroativos.

No entanto, os depósitos disponibilizados no banco nunca foram sacados dentro do prazo. Por esse motivo, o benefício voltou a ser cessado posteriormente, seguindo as regras previstas pelo órgão.

Ilustração logo do INSS e beneficiários (Foto: Montagem TV Foco / GMN)
Ilustração logo do INSS e beneficiários (Foto: Montagem TV Foco / GMN)

Prova de vida não foi motivo da suspensão

Nas redes sociais, circulou a informação de que a suspensão do benefício teria ocorrido porque a prova de vida não havia sido realizada. O INSS negou essa versão.

Desde 2023, a comprovação de vida passou a ser feita pelo próprio instituto por meio do cruzamento de informações em bases de dados do governo, sem que o beneficiário precise comparecer ao banco na maioria dos casos.

Além disso, o Ministério da Previdência mantém suspenso o bloqueio de benefícios exclusivamente por falta de comprovação de vida.

Quem tem direito ao BPC?

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) garante o pagamento de um salário mínimo mensal, atualmente em R$ 1.621, para idosos com 65 anos ou pessoas com deficiência que comprovem baixa renda.

Para receber o benefício, é necessário:

  • Estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico)
  • Comprovar renda familiar de até um quarto do salário mínimo por pessoa
  • Ter CPF de todos os membros da família cadastrados
  • Possuir registro biométrico em bases oficiais
  • Residir no Brasil

Embora seja administrado pelo INSS, o BPC é um benefício assistencial e não garante o pagamento do décimo terceiro salário e não gera pensão por morte.

Como solicitar o BPC?

O pedido pode ser feito pelos canais oficiais do Instituto Nacional do Seguro Social:

  • Telefone 135
  • Site ou aplicativo Meu INSS
  • Diretamente em uma agência da Previdência Social
Logo BPC e idosa segurando notas de cem reais - INSS (Foto: Montagem TV Foco / GMN)
Logo BPC e idosa segurando notas de cem reais (Foto: Montagem TV Foco / GMN)