Será que o 13º salário do INSS já tem data para chegar em 2026? Entenda como funciona a antecipação do abono e confira quem tem direito ao novo valor do piso nacional

E milhões de aposentados e pensionistas se encontram na expectativa de ganharem um novo fôlego com a possível antecipação do 13º salário do INSS. Inclusive, para este ano de 2026, o Governo Federal projeta um impacto de R$ 78 bilhões na economia, movimento esse que pode se concretizar mais rápido com esse decreto.

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Além disso, a estrutura de pagamentos reflete o novo piso nacional de R$ 1.621,00, garantindo que o INSS reajuste o valor do 13º salário de forma proporcional aos rendimentos de cada segurado.

Lembrando que, se o governo seguir com a mesma lógica dos anos anteriores, a antecipação deve ocorrer em duas parcelas e entre abril e maio.

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Pensando em todas as dúvidas que venham a surgir e com base em informações oficiais sobre o abono, disponibilizamos um guia prático com as datas previstas e regras de recebimento para os 35 milhões de brasileiros contemplados.

Quem garante o pagamento do 13º salário?

O abono anual atende exclusivamente aos cidadãos que mantêm um vínculo previdenciário ativo.

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O sistema processa o crédito automaticamente para os seguintes grupos:

  • Aposentados e pensionistas: Todos os perfis de aposentadoria e pensões por morte recebem o valor integral ou proporcional;
  • Auxílios temporários: Segurados que utilizaram o auxílio-doença (incapacidade temporária) ou auxílio-reclusão durante o ano de 2026;
  • Auxílio-acidente: Beneficiários que recebem essa indenização também garantem a parcela extra.

MAS ATENÇÃO! O Governo Federal não paga o 13º salário para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) ou a Renda Mensal Vitalícia. Por possuírem natureza assistencial, esses programas não geram direito à gratificação natalina.

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Parcelas reajustadas:

O montante do abono acompanha rigorosamente a faixa de renda do segurado. Com o salário mínimo fixado em R$ 1.621,00, quem recebe o piso terá o 13º reajustado automaticamente.

Já os beneficiários que ganham acima do mínimo percebem o ajuste conforme o índice de inflação aplicado às aposentadorias de maior valor.

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Em suma, o governo divide o pagamento em duas etapas distintas:

  • Primeira parcela: O INSS libera 50% do valor bruto do benefício na folha de abril. Nesta fase, não ocorrem descontos de Imposto de Renda;
  • Segunda parcela: O órgão deposita os 50% restantes na folha de maio. É neste momento que o sistema processa eventuais retenções tributárias para quem atinge a faixa de corte do IR.

Calendário previsto para o primeiro semestre de 2026:

A liberação dos valores também respeita o dígito final do número do benefício (o algarismo que aparece antes do traço).

Confira abaixo os possíveis períodos de depósito projetados para as duas parcelas:

Para quem recebe até um salário mínimo (R$ 1.621,00):

  • Final 1: Pagamentos em 24/04 e 25/05;
  • Final 2: Pagamentos em 27/04 e 26/05;
  • Final 3: Pagamentos em 28/04 e 27/05;
  • Final 4: Pagamentos em 29/04 e 28/05;
  • Final 5: Pagamentos em 30/04 e 29/05;
  • Final 6: Pagamentos em 04/05 e 01/06;
  • Final 7: Pagamentos em 05/05 e 02/06;
  • Final 8: Pagamentos em 06/05 e 03/06;
  • Final 9: Pagamentos em 07/05 e 05/06;
  • Final 0: Pagamentos em 08/05 e 08/06.

Para quem recebe acima do salário mínimo:

  • Finais 1 e 6: Pagamentos em 04/05 e 01/06;
  • Finais 2 e 7: Pagamentos em 05/05 e 02/06;
  • Finais 3 e 8: Pagamentos em 06/05 e 03/06;
  • Finais 4 e 9: Pagamentos em 07/05 e 05/06;
  • Finais 5 e 0: Pagamentos em 08/05 e 08/06;

MAS FIQUE ATENTO! O 13º salário só é integral para quem recebeu o benefício durante os 12 meses do ano. Se o cidadão começou a receber a aposentadoria ou auxílio-doença a partir de fevereiro, por exemplo, o cálculo do abono natalino será proporcional aos meses de benefício ativo. Use o simulador no app Meu INSS, ele irá te ajudar a não levar um susto ao conferir o extrato.

Existe prazo para realizar o saque dos benefícios e 13º salário do INSS?

Mas, o segurado deve ficar atento ao tempo de permanência do dinheiro na conta.

As regras do INSS determinam que o beneficiário tem até 60 dias (aproximadamente até o final do mês seguinte ao depósito) para realizar o saque com o cartão.

Entretanto, caso o cidadão não retire o valor dentro deste prazo, o banco devolve os recursos automaticamente ao Instituto Nacional do Seguro Social por questões de segurança.

Além disso, o calendário considera feriados municipais, estaduais ou federais.

Ou seja, se a data prevista cair em um dia sem expediente bancário, o sistema transfere o pagamento automaticamente para o dia útil subsequente.

Logo, o acompanhamento constante pelo aplicativo Meu INSS garante que o segurado verifique o extrato de pagamentos e confirme os valores exatos antes de se deslocar à agência bancária.

Afinal de contas, essa postura proativa evita a exposição a fraudes e garante que o reforço financeiro chegue de forma segura ao seu destino.

Por fim, se quiser saber mais informações sobre outros benefícios do INSS e direito dos idosos, clique aqui*.