Honda traz a brutalidade da CB 1000 Hornet e a inovação tecnológica da NC 750X com câmbio automatizado para agitar o mercado nacional

E a Honda, uma das maiores referências quando o assunto é potência sob duas rodas, lançou duas motos inéditas no Brasil a fim de assegurar a sua liderança absoluta no concorrido cenário brasileiro de motocicletas, inclusive bater de frente com rivais de peso como a YAMAHA.

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Essa movimentação redefine, de maneira técnica, o que o consumidor brasileiro espera de uma motocicleta de alta cilindrada, focando especialmente em aspectos vitais como ergonomia avançada, sistemas eletrônicos de última geração e alta eficiência energética.

Com base em informações oficiais do site da marca, trazemos os dois principais modelos que têm dado muito o que falar entre motociclistas do país.

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Ilustrações motos e logo Honda (Fotos: Reproduções / Canva / Internet)
Ilustrações motos e logo Honda Ilustrações motos e logo Honda (Foto: Reprodução/Montagem/TV Foco / Canva / Internet)

A brutalidade urbana da CB 1000 Hornet:

A grande aposta da marca para atender ao público exigente, que busca alta performance nas ruas, é a agressiva naked CB 1000 Hornet.

Esse modelo foi desenvolvido com foco total no conceito de streetfighter, trazendo componentes que derivam diretamente das pistas de competição que consegue neutralizar as opções esportivas da Yamaha.

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O coração pulsante desta motocicleta entrega impressionantes 157 cavalos de potência máxima.

Esse vigor é gerenciado por uma transmissão manual de seis marchas, configuração que garante acelerações vigorosas e uma resposta imediata ao acelerador. O grande diferencial tecnológico da versão SP reside no seu refinado conjunto de componentes: as suspensões são fornecidas pela grife sueca Öhlins e os freios são assinados pela renomada Brembo.

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Honda CB 1000 Hornet (Foto Reprodução/Montagem/TV Foco/Honda)
Honda CB 1000 Hornet (Foto Reprodução/Montagem/TV Foco/Honda)

Essa combinação técnica proporciona uma pilotagem extremamente precisa, garantindo estabilidade e segurança superiores, mesmo quando a motocicleta é conduzida em velocidades elevadas em ambientes controlados.

A versatilidade tecnológica da NC 750X 2026 e o câmbio DCT:

Para o estratégico segmento de “aventureiras urbanas”, a fabricante escalou a renovada linha NC 750X, focando no equilíbrio entre o conforto necessário para longas viagens e a agilidade indispensável no trânsito das grandes metrópoles.

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O modelo se desmembra em duas opções distintas, ambas equipadas com um propulsor eficiente que gera 58,6 cavalos de potência, mantendo a proposta de uso misto.

A versão topo de linha traz como principal inovação técnica o exclusivo câmbio automatizado de dupla embreagem (DCT). Esta tecnologia realiza as trocas de marcha de forma inteligente e autônoma, sem a necessidade de comando manual, priorizando o conforto e a suavidade para o piloto.

Em contrapartida, a versão NC 750X MT atende aos motociclistas puristas, que fazem questão da transmissão manual tradicional.

Este modelo destaca-se pela excelente ergonomia e, principalmente, por um prático e inovador compartimento porta-objetos de 23 litros, posicionado estrategicamente no local onde normalmente se encontra o tanque de combustível, reforçando a utilidade diária da moto.

Extras:

Para complementar essa linha premium e estreitar os laços emocionais com os clientes, a marca traz edições de prestígio para as ruas.

A popular CG 160 Titan Special Edition reforça o volume de vendas no segmento de entrada, enquanto a Tornado 300L Rally surge como a opção ideal para os entusiastas do fora de estrada.

No topo do luxo, a GL 1800 Gold Wing Tour 50th Anniversary celebra meio século de história global da estradeira mais famosa do mundo, consolidando, uma vez mais, a engenharia japonesa no topo do mercado.

Como está o mercado sob duas rodas no Brasil?

Toda essa robusta estratégia de lançamentos encontra respaldo nos números recentes divulgados pela Abraciclo.

A associação indica que a produção no Polo Industrial de Manaus segue em ritmo acelerado, com projeções consolidadas para atingir a marca expressiva de 2,07 milhões de unidades fabricadas ao longo do período.

Esse volume confirma o excelente momento do setor de duas rodas no Brasil e a necessidade premente de abastecer o mercado nacional em todos os níveis, desde o transporte utilitário básico até o nicho de alta cilindrada.

Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre o assunto, clique aqui*