O Itaú está fechando centenas de agências há alguns meses e todos os clientes precisam saber o que está acontecendo
Desde 2024 o Itaú está encerrando as atividades de diversas agências espalhadas pelo Brasil, já chegando ao número de 250.
Os clientes e funcionários são os grandes afetados com essa decisão, que precisam saber o que está acontecendo em meio a tudo isso.
De acordo com o portal ‘Diário do Comércio’, nos últimos dois anos já são mais de 250 agências fechadas somente do Itaú Unibanco.
Isso faz com que mais pessoas percam seus empregos e os clientes tenham os atendimentos mais demorados, nas que seguem abertas.
Quem está sentindo muito essas dificuldades são os moradores da Bahia, com agências operando acima da capacidade e sem a estrutura adequada.
Inclusive o Sindicato dos Bancários da Bahia realizam manifestações e ações em vários momentos, para denunciar a precarização do atendimento.
O que acontece após o fechamento é uma quantidade de funcionários perdendo o emprego e outros deslocados para outras agências.
Só que todos os clientes de uma agência precisam de atendimento em outra. Ou seja, há uma sobrecarga de clientes e uma baixa efetividade do serviço.

Procon está investigando o Itaú
Por conta do fechamento acelerado das agências, o Procon iniciou uma investigação na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Isso porque o órgão acredita que possa estar ligado à redução de custos e o aumento da lucratividade, o que violaria o Código de Defesa do Consumidor.
Além disso, também exclui o acesso de idosos e pessoas com dificuldade de acesso à tecnologia, que dependem das agências físicas.
Foram três agências fechadas somente em Juiz de Fora, sem que tivesse uma transparência ou diálogo com a comunidade local.
Veja o que disse o Itaú
Em um comunicado ao ‘G1’, o Itaú revelou que aguarda a notificação oficial das autoridades competentes para falar sobre o caso.
Apesar disso, afirmou que vem adotando estratégias para que ofereçam uma melhor experiência digital aos seus clientes.
Segundo os dados do banco, 97% das transações de pessoas físicas ocorrem por meios digitais, o que redefiniria o papel das agências.
“A agência continuará sendo parte essencial da estratégia e passará, ao longo dos próximos anos, a adotar um modelo mais consultivo e nichado”, disse o Itaú.
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