Técnica focada na saúde da queratina e no uso estratégico de finalizadores estende a durabilidade da cor do esmalte nas unhas e evita o desgaste nas pontas

A rotina corrida do dia a dia exige soluções práticas e eficientes, especialmente quando o assunto é a durabilidade da cor do esmalte e dos cuidados pessoais que prezam pela beleza das unhas.

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Inclusive, uma das maiores queixas envolve o descascar da cor após pouquíssimos dias da esmaltação, gerando frustração e gastos adicionais de tempo e dinheiro.

A fim de solucionar esse problema recorrente, algumas técnicas profissionais de salão focadas na preparação, finalização e uso de produtos corretos conseguem prolongar consideravelmente a vida útil desse efeito tão desejado.

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Ilustração unhas soap nails (Foto: Montagem TV Foco / GMN)
Ilustração unhas bem feitas (Foto: Reprodução/Montagem TV Foco / GMN)

Técnicas infalíveis

Para garantir que a esmaltação da sua unha dure intacta por 7 dias, algumas manicures utilizam três técnicas fundamentais de salão.

Uma delas é o uso da camada dupla de uma base fosca antes da cor para criar aderência e a substituição definitiva da acetona por removedores de esmalte sem solventes agressivos para evitar o ressecamento da queratina.

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Por fim, o uso estratégico do top coat a cada dois dias serve para selar as pontas e blindar a película contra impactos cotidianos.

Com base em informações do portal Steal The Look, explicamos cada uma das etapas abaixo:

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  • Camada dupla de base fosca: Aplica-se duas demãos de base com acabamento fosco antes do esmalte colorido. O método cria uma superfície porosa e áspera, funcionando como uma “fita dupla face” para fixar o pigmento e evita o descolamento do esmalte pelas bordas por até 5 dias a mais;
Base fortalecedora para deixar as unhas inquebráveis (Reprodução: Montagem TV Foco)
Aplicar duas mãos de base fosca ajuda na durabilidade do esmalte (Foto: Reprodução: Montagem TV Foco/Canva/Pinterest)
  • Uso de removedor de esmalte: Substitui-se a acetona tradicional por fórmulas hidratantes e livres de solventes puros. O benefício direto é a proteção da barreira de lipídios natural, o que impede que a lâmina descasque ou lasque por desidratação e reduz a quebra da estrutura em até 40%;
Prefira usar removedor de esmalte (Foto: Reprodução/ Internet)
Prefira usar removedor de esmalte (Foto: Reprodução/ Internet)
  • Selagem com Top Coat: Realiza-se a aplicação do finalizador na superfície e na borda livre (ponta), fazendo a reaplicação após 48 horas. A técnica cria uma película protetora de alto brilho que absorve o atrito e impede microfissuras na cor, garantindo o brilho espelhado e bloqueando as lascas por 7 dias ou mais.
Top Coat para deixar as unhas brilhantes (Reprodução: Internet)
Top Coat além de deixar as unhas brilhantes ajuda a blindar o esmalte (Foto: Reprodução/Internet)

MAS ATENÇÃO!

A aplicação de técnicas de alta fixação deve sempre respeitar a saúde biológica do corpo para evitar o enfraquecimento das estruturas queratinizadas:

  • É fundamental deixar as mãos sem nenhum tipo de cobertura química (incluindo bases e esmaltes) por pelo menos 24 a 48 horas a cada duas esmaltações. Esse período de repouso evita o surgimento de manchas esbranquiçadas (leuconíquia) e permite a oxigenação natural da lâmina.
  • O uso diário de óleos específicos para cutículas e cremes à base de ureia mantém a flexibilidade da queratina. Uma estrutura hidratada absorve melhor os impactos diários sem quebrar, atuando de forma complementar para que o esmalte não rache antes do tempo previsto.

Quando a primeira técnica de esmaltação de unhas foi inventada?

A prática de decorar as unhas é milenar, com registros que remontam a 3500 a.C. na Antiguidade.

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Na China e no Egito antigos, a elite utilizava misturas artesanais à base de clara de ovo, cera de abelha, gelatina e corantes naturais, como henna, para conferir cor às unhas.

De acordo com o portal Mondo Moda, a transição para o produto que conhecemos hoje ocorreu na década de 20, quando técnicas adaptadas de tintas automotivas deram origem ao esmalte moderno.

Em 1925, surgiu o primeiro esmalte comercial, apresentado em um tom rosa-claro translúcido e aplicado com a técnica “meia-lua”, deixando a base e a ponta da unha sem cor.

A verdadeira revolução estética ocorreu em 1932, quando a marca Revlon lançou o primeiro esmalte opaco e brilhante, oferecendo uma vasta gama de cores ao mercado.

Posteriormente, a partir da década de 70, o setor expandiu-se globalmente com a invenção da clássica francesinha.

Esse crescimento consolidou-se nos anos 80 com a popularização das unhas de acrílico e gel, transformando a esmaltação em um fenômeno cultural e estético permanente.

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