Crise e demissão em massa: Empresa tradicional vive triste situação e dá péssima notícia a funcionários

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

03/07/2023 20:26

2 min

Manifestação na Coteminas (Reprodução - Município de Blumenau)
Manifestação na Coteminas (Reprodução - Município de Blumenau)
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Uma grande empresa tradicional está buscando a reestruturação pois vive em crise

Uma empresa brasileira extremamente renomada não tem vivido seus melhores momentos, passando por crise e podendo ter piores notícias logo logo.

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Segundo a ‘Seu crédito digital’, em 2023, a empresa já atrasou o pagamento do salário dos funcionários em duas oportunidades. Além disso, o recolhimento do FGTS também não está em dia. A direção do negócio diz que a alta da inflação e a redução do poder de compra dos brasileiros estão entre os principais motivos para a sua crise.

Na última sexta-feira a Coteminas mandou para o Sindicato um aviso de demissão de 800 funcionários, mais da metade de sua folha salarial.

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A Coteminas é um holding de empresas têxteis com fábricas em vários locais do Brasil. Uma delas fica na cidade de Blumenau, Santa Catarina e possui cerca de 1.200 funcionários.

Dessa forma, a empresa pretende realizar uma demissão em massa dos funcionários com o desligamento de 841 pessoas.

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Hoje de manhã, ocorreu uma assembleia na porta da fábrica para que sindicato e trabalhadores conversassem sobre o assunto. Conforme o comunicado da fábrica, o desligamento vai custar R$ 35 milhões e ele pretende fazer o pagamento dos direitos dos funcionários em 15 parcelas.

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Logotipo da Coteminas (Reprodução - Internet)

Logotipo da Coteminas (Reprodução – Internet)

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FUNCIONÁRIOS RELATAM O DESESPERO

Em entrevista ao jornal ‘Município de Blumenau’, uma senhora de 54 anos com 13 anos de empresa relatou o medo de ser demitida pela empresa:

“A gente vive esse momento de incerteza, né? Não sabemos qual será o nosso futuro com tudo isso acontecendo”.

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A moça explicou que, por trabalhar há tanto tempo com movimentos repetitivos, desenvolveu algumas doenças nos braços e que, caso seja demitida, não conseguiria trabalho em nenhum outro lugar:

“Não posso perder meu emprego aqui dentro da empresa, é a minha única fonte de renda. Por conta da minha doença, outros lugares não vão me contratar, porque meus movimentos são limitados. Então não quero perder meu lugar aqui”

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Sou Bruno Zanchetta, jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Há mais de 4 anos com experiência em redação jornalística, análise e métricas de SEO. Especialista TV Foco em matérias automotivas e esportivas, mas, escrevo um pouco de tudo. Triatleta e torcedor do São Bernardo Futebol Clube! Bruno Zanchetta no linkedin e meu e-mail profissional é: bruno.zanchetta@otvfoco.com.br