Empresa queridinha das mulheres fecha lojas após crise e tem pedido de falência anunciado
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Vivendo crise, empresa recebe pedidos de falência na justiça
A Marisa Lojas entra para lista de empresas queridinhas que podem estar com os dias contados. Amada por mulheres, a loja de roupas caiu no gosto popular há uns anos e foi crescendo exponencialmente.
Mas, agora está amargando uma crise que a forçou a fechar 91 lojas físicas. Super comum ter uma Marisa em shoppings espalhados pelo Brasil, a empresa era uma das mais importantes do seguimento. Segundo o Uol, a empresa encerrou o primeiro semestre de 2023 com um prejuízo de R$ 149 milhões.
A Marisa está enfrentando uma grande crise financeira (Reprodução: Internet)
Como se não bastasse, vários fornecedores da Marisa estão pedindo a falência da empresa na justiça afim de ter seus débitos pagos. Além disso, as lojas ainda estão sofrendo com pelo menos 10 pedidos de despejo e os aluguéis atrasados chegam a mais de R$ 10 milhões.
Mas, a empresa não desistiu e segue tentando se recuperar. Em comunicado a imprensa, a Marisa Lojas informou que o “processo de renegociação de dívidas já atingiu a expressiva marca de aproximadamente 90% dos fornecedores e 65% dos proprietários de imóveis”.
A loja de roupas anunciou o fechamento de mais de 90 unidades (Reprodução: Internet)
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ELA PODE SE RECUPERAR?
Apesar do momento não ser dos melhores, a empresa tem toda a possibilidade de resolver suas pendência. Em 2022, a empresa teve um faturamento de R$ 440,5 milhões, uma receita positiva se comparada a 2021. Então, 2023 pode ser o ano de reestruturação, como diz o novo CEO João Pinheiro Nogueira Batista.
DE ONDE VEM A CRISE?
Para o especialista Dierson Richetti, especialista em investimentos e sócio da GT Capital, a empresa demorou a entrar no mercado online e sofreu com quedas na pandemia. “Os diferenciais da marca não foram suficientes para segurar os clientes durante a pandemia e as vendas não se recuperaram”.
João Pinheiro Nogueira Batista, CEO da Marisa (Reprodução: Internet)