10 bilhões em dívidas, dono da prisão e falência: Duas empresas rivais e gigantes vivem terror HOJE (12)
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Essas duas mega empresas enfrentam esse problema
Duas mega empresas vivem situação complicada por conta da crise que ambas enfrentam. Grandes no mercado e com muito nome, elas estão devendo bilhões e estão piorando a crise no mercado.
EVERGRANDE
A gigante chinesa Evergrande, ela é símbolo da crise imobiliária da China, conforme informações do Época Negócios, site da Globo. Conforme exposto pelo site, no último dia 17 de agosto, a empresa entrou com um pedido de proteção contra credores em um tribunal de falências dos Estados Unidos.
Evergrande – Reprodução Internet
A gigante, que está a beira da falência, foi atrás de proteção nos termos do Capítulo 15 do código de falências dos Estados Unidos, o qual protege empresas estrangeiras em processo de reestruturação contra credores que esperam entrar com processos judiciais ou bloquear ativos nos Estados Unidos.
Vale destacar que o pedido de falência da Evergrande aparece em meio a crescentes temores de que os problemas no setor imobiliário da China possam se espalhar para outras partes da economia do país à medida que o crescimento desacelera. Além disso, foi exposto recentemente que a Evergrande teve dívidas de US$ 330 bilhões.
Evergrande está a beira da falência (Foto: Divulgação)
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QUAL OUTRA GRANDE EMPRESA?
Outra gigante do mercado chinês, a Sunac, entrou com pedido de proteção contra falência nos Estados Unidos em setembro, pouco depois de obter a aprovação dos seus credores para reestruturar quase US$ 10 bilhões em dívidas. A empresa apresentou uma petição de proteção do Capítulo 15 no Tribunal de Falências dos EUA no Distrito Sul de Nova York na terça-feira (19).
Em agosto, de acordo com a CreditSights, a Sunac era a décima maior incorporadora imobiliária da China em vendas contratadas, enquanto, antes de entrar em situação de incumprimento em 2022, ocupava a posição de terceira maior. O êxito dela em chegar a um acordo com credores estrangeiros pode servir de exemplo para outros promotores imobiliários enfrentando dificuldades, oferecendo um roteiro para sua recuperação.
Sunac também entrou com pedido de recuperação judicial (Foto: Divulgação)