Compre imóvel sem entrada usando o FGTS, participando do Minha Casa Minha Vida e parcelamento com a construtora; saiba mais

Comprar um imóvel sem desembolsar uma entrada elevada é o objetivo de muitas famílias, mas essa possibilidade funciona de forma diferente do que muita gente imagina. Embora os bancos normalmente não financiem 100% do valor do imóvel, existem mecanismos que ajudam a reduzir ou até eliminar o valor exigido no início da operação.

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Segundo orientações da Serasa, recursos como o FGTS, os subsídios do programa Minha Casa Minha Vida e o parcelamento do sinal diretamente com a construtora podem tornar a compra mais acessível, desde que o comprador atenda aos critérios de cada modalidade.

Bancos não costumam financiar 100% do imóvel

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É possível fazer compra de imóvel com o uso do FGTS (Foto Reprodução/Internet)

Na maior parte das operações, as instituições financeiras financiam até cerca de 80% do valor do imóvel.

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Isso significa que o comprador normalmente precisa arcar com uma parte do preço como entrada. O percentual financiado pode variar conforme a instituição, o perfil do cliente e a linha de crédito utilizada.

FGTS pode reduzir ou eliminar a entrada

Uma das principais alternativas é utilizar o saldo disponível no FGTS.

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O recurso pode ser empregado para ajudar na entrada, amortizar parte do financiamento ou reduzir o saldo devedor, desde que o comprador cumpra os requisitos estabelecidos para essa modalidade.

Quem pode utilizar o FGTS?

Entre as exigências estão possuir, no mínimo, três anos de contribuição ao FGTS, não ter outro financiamento ativo pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e não ser proprietário de imóvel residencial no município onde mora ou trabalha.

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Além disso, o imóvel deve atender às regras previstas para utilização do fundo.

Minha Casa Minha Vida oferece subsídios

Outra possibilidade é recorrer ao programa Minha Casa Minha Vida, que concede subsídios para famílias enquadradas nas faixas de renda previstas.

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Dependendo da renda familiar, da localização do imóvel e das condições da operação, o benefício pode reduzir significativamente o valor da entrada e, em alguns casos, somado ao FGTS, cobrir praticamente todo o sinal.

Compra na planta permite parcelar o sinal

Minha Casa Minha Vida (Reprodução: Internet)
Minha Casa Minha Vida (Reprodução: Internet)

Quem opta por um imóvel na planta também pode negociar diretamente com a construtora.

Nessa modalidade, a entrada costuma ser parcelada durante o período de obras, permitindo que o comprador distribua esse custo ao longo de meses ou anos antes da contratação do financiamento bancário.

Leilões da Caixa também oferecem condições diferenciadas

Segundo a Serasa, os leilões promovidos pela Caixa Econômica Federal podem representar outra alternativa.

Em determinados editais, a entrada exigida costuma ser menor do que a praticada no mercado tradicional, embora as condições variem conforme cada imóvel e devam ser consultadas previamente.

Menor entrada aumenta o valor financiado

Apesar das vantagens, reduzir ou eliminar a entrada também exige planejamento financeiro.

Quanto maior o valor financiado, maiores tendem a ser os juros pagos ao longo do contrato e o impacto das parcelas no orçamento familiar.

Custo total merece atenção

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Programa Minha Casa Minha Vida (Foto: Reprodução/ Internet)

Antes da assinatura do contrato, especialistas orientam analisar o Custo Efetivo Total (CET) da operação.

Esse indicador reúne não apenas os juros, mas também seguros, tarifas e demais encargos, permitindo uma comparação mais completa entre diferentes propostas de financiamento.

É possível comprar um imóvel sem entrada?

Na prática, os bancos normalmente não financiam 100% do valor de um imóvel residencial. No entanto, segundo a Serasa, é possível reduzir ou até zerar a entrada utilizando alternativas como o FGTS, os subsídios do Minha Casa Minha Vida, o parcelamento do sinal com a construtora ou condições específicas oferecidas em alguns leilões da Caixa Econômica Federal.

Cada modalidade possui regras próprias e depende da análise de crédito, da renda do comprador e das características do imóvel escolhido.