Falência: Com confirmação de fim de banco e desespero o que acontece com concorrentes como Itaú e Bradesco
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Se surpreenda ao saber de confirmação de fim de banco, desespero e o que acontece com concorrentes como Itaú e Bradesco
E a onda de demissões em massa e falências ainda está dando muito o que falar, sendo agora o assunto da vez, a dúvida que surge, com confirmação de fim de banco e desespero, o que acontece com concorrentes como Itaú e Bradesco.
Para quem não sabe, recentemente alguns importantes bancos privados ao redor do mundo entraram com pedido de falência e chegaram a quebrar ou a pedir ajuda financeira aos seus respectivos governos, principalmente nos Estados Unidos, que viu um dos seus maiores bancos fechar as portas.
O temor sobre a estabilidade, confiabilidade e solidez dentro do sistema financeiro mundial se instaurou após a quebra do banco americano, Silicon Valley Bank (SVB), o 16º maior do país, que chegou a quebrar rapidamente, em 36 horas, e se não fosse uma intervenção do governo americano junto ao FED, poderia ter se instaurado uma crise ainda maior.
Silicon Valley Bank foi à falência (Foto: Reprodução Internet)
Com a quebra do banco e o temor rodando o sistema financeiro mundial, vários outros bancos regionais dos EUA e alguns da Europa entraram em colapso em seguida, como o banco Saudi National Bank, e Credit Suisse, o qual é a segunda maior instituição bancária da Suíça, aumentando ainda mais o temor de uma crise financeira mundial.
O temor que se alastra se dar pelo fato da crise financeira de 2008, ter começado com semelhanças ao que está acontecendo hoje, onde a crise do subprime, como foi chamada, se instaurou após a quebra de um dos maiores bancos dos EUA, o Lehman Brothers, fundado em 1850.
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Sabendo disso, surge a dúvida de como esse temor que ronda o sistema financeiro ao redor do mundo pode atingir concorrentes como Itaú e Bradesco, que dominam o sistema financeiro na america do sul.
Com a quebra dos bancos americanos, empresas brasileiras que acumulavam depósitos de 3 bilhões de dólares na instituição, rapidamente vieram a público esclarecer que não estavam expostas ao problema, como foi o caso das grandes techs locais, Nubank, Inter, PagSeguro e Mercado Livre.
Fachada do Banco Itaú – (Foto Reprodução/Internet)
A Febraban, que é a Federação Brasileira de Bancos, emitiu uma nota para acalmar os ânimos dos investidores, esclarecendo que o setor bancário brasileiro é bem capitalizado, líquido, com provisionamento suficiente e operações majoritariamente no mercado local, e que isso garantiria a segurança dos clientes e da economia.
O Banco Bradesco é a segunda instituição mais afortunada do Brasil (Foto: Reprodução Internet)
O sistema financeiro do brasileiro, por ser mais concentrado e menos exposto a empréstimos arriscados, e por ter regulações diferentes, se torna mais forte no meio de uma possível crise financeira mundial, e concorrentes como Itaú e Bradesco, não sofreriam o mesmo impacto que instituições regionais do EUA.
É importante falar que mesmo não sofrendo os mesmos impactos que as instituições internacionais, um abalo no sistema financeiro global sempre é motivo de atenção pelos possíveis impactos macroeconômicos e isso afeta o Brasil diretamente, onde qualquer expectativa de crescimento para o país é impactada de alguma maneira.