Cazuza retorna em carta psicografada com um recado expondo detalhes assombrosos após a sua morte e surpreende a todos com o que revela
O cantor Cazuza nos deixou quando tinha apenas 32 anos, mas, mesmo após tantas décadas da sua morte, ele viveu o suficiente para se tornar eterno. Tanto que até hoje suas músicas são perpetuadas no tempo.
Mas, algo curioso é que após tantos anos da sua morte, ele retornou em uma suposta carta psicografada. No YouTube, o anal Espírita Prof. Luiz Fernando Amaral, trouxe um recado do cantor. Em reflexões profundas, ele falous sobre a sua transição espiritual e os arrependimentos relacionados ao fim de sua vida.

A carta psicografada de Cazuza
Primeiramente, ele falou sobre o que notou após a morte: “Pensava que após ressacas eu era sempre perdoado por todos os anjos do amor. Tinha sempre uma noção de ser feliz, aqui esta felicidade é muito mais explorável”. Então, refletiu:
“Eu já sentia algum ar novo e certas paisagens dela, nada volta ao seu estado natural como eu pensava, apenas não sou muito como disseram num certo livro sobre minha insignificante pessoa idealizada. Inventarão o meu show. Não sei como te oferecer certezas disso, nós ainda vemos tudo daqui”.
Mas, garantiu que encontrou o lugar que sempre sonhou: “Estou numa sociedade socialista democrática perfeita. Eu nunca quis saber destas coisas de eternidade, porque para mim era coisa de papa”. Mas, destacou:
“Então arduamente e com certa teimosia eu procurei algum outro mais legal, foi difícil, pedi que encerrasse o livro anterior e não divulgasse nada ainda por ordens superiores, e achei um que já foi muito pirado na vida desde a infância, uma piração mais controlada, claro, mas que tivesse mais a ver com minhas intenções de volúpia de escola em palcos de doutor”.

Cazuza ainda afirmou: “Todos já deviam saber que eu não pertenceria a federações, editoras ou onde existir lucros financeiros em meu nome, excluam-me disto; onde tiver isso com certeza não serei eu”.
O universo é além da compreensão
Ele ainda analisou: “Percebi que o universo era bem maior do que tudo que eu já havia conhecido, com várias atmosferas, umas sobre outras”. Cazuza disse que não entendeu direito a sua partida:
“Não sei te explicar, de alguma forma sabemos o momento exato quando deixamos o físico, não sei como foi feita essa separação, não flagrei esse momento como eu flagrava doidão, mas bem atento sobre curvas de quem adormecia comigo num motel barato de Copacabana; realmente não senti isso acontecer”.
Cazuza ainda comentou: “E o fato de saber que minha visão não cessou tornou-se muito maior do que saber de fato sobre polêmicas do fim, mas depois que atravessei percebi que esta questão era a mais pueril de todas, é pífia e é babaca. Ao mesmo tempo, para mim foi do c* saber que eu ainda me mexia. Mas alguma dúvida ainda pairava toda minha mente”.

Qual foi seu arrependimento?
Já no final da carta, Cazuza disse o seu principal arrependimento: “E daí se eu estava com HIV? Não vou dizer que não me arrependi, pois me arrependi mesmo. Foi muito triste essa fase da minha vida. Ninguém gosta”.
Disse que sofreu muito: “Foi no que mais sofri, foi quando soube da notícia, quando eu pensei na consequência, quando eu pensei em todo o meu passado e na minha mais inocente felicidade de embriaguez, quando pensei nos meus sorrisos ingênuos”.
E afirmou: “Se eu pudesse fazer diferente, eu teria feito e não teria pego essa p***, teria me cuidado muito mais e teria morrido pelo menos chique como uma dama velha ao som da vida em bandos e com uma bela garrafa de vodka ao meu lado”.
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