Atenção, se você abastasse no Shell precisa saber disso hoje (5): Na surdina, eles acabam de fazer isso

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Posto Shell - Foto: Internet

Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a atitude que a empresa de combustível acabou tomando na surdina

Primeiramente, para quem não sabe, a Shell plc é uma empresa multinacional petrolífera britânica com sede em Londres, que tem como principais atividades a refinação de petróleo e a extração de gás natural.

Foi em abril de 1913, que a Shell chegou oficialmente ao Brasil iniciando assim uma grande história por aqui.

Dessa forma, se você é uma das pessoas que abastece na Shell, precisa saber de forma urgente o que eles estão fazendo na surdina.

O que aconteceu com o Shell?

Bom, de acordo com o que foi divulgado pelo portal ClimaInfo, a Shell abandonou as metas do seu programa de compensação de emissões, e também de captar 120 milhões de créditos de carbono por ano até 2030.

As informações dão conta de que CEO da Shell, Wael Sawan encerrou de forma silenciosa o maior plano empresarial do mundo de offsets de emissões, as compensações de carbono.

Portanto, a empresa acabou confirmando que as metas do programa foram retiradas de sua estratégia, juntamente com o objetivo de captar 120 milhões de créditos de carbono anualmente até o final desta década, o número, inclusiva, chega a cerca de 10% de suas emissões.

Leia também

Posto Shell – Foto Internet

Posto Shell – Foto Internet

É importante salientar que, pelo menos até o momento, a empresa de combustível não informou quaisquer novas metas ou estratégias para cumprir seus compromissos climáticos.

De acordo com o que disse Flora Ji, diretora de operações de Soluções Baseadas na Natureza da Shell, o mercado de carbono não se expandiu com rapidez e qualidade suficientes para satisfazer a procura da empresa.

Para quem não sabe, atualmente o mercado voluntário de carbono, movimenta cerca de US$ 2 bilhões ao ano, e então poderá chegar a quantia de US$ 950 bilhões até 2037, segundo a Bloomberg New Energy Finance. No entanto, há muitas críticas quanto à qualidade desses créditos.

Tópicos nesse artigo: