O jogador admitiu que a Seleção Brasileira é perseguida por um fantasma na Copa do Mundo. Inclusive, ele fez um desabafo cheio de esperança

Neste domingo, 05 de julho, a Seleção Brasileira entra em campo pelas oitavas de final da Copa do Mundo para enfrentar a Noruega. A missão não é fácil e até mesmo um atacante admitiu que a equipe é perseguida por um fantasma e que será necessário acabar com esse retrospecto.

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Acontece que desde 2006, a Seleção Brasileira vem sendo eliminada da Copa do Mundo por um time Europeu. Dessa vez, é a chance de acabar com esse fantasma. Durante a coletiva de imprensa, Matheus Cunha admitiu que existe uma preocupação em mudar essa história.

“Temos algumas conversas sobre o momento exato da eliminação, de não querer viver aquilo de novo ou da escola de onde ele vem. Alguns atletas passaram por isso em outras Copas. Temos que fazer o máximo possível para sumir com esse fantasma”, admitiu o atacante do Brasil.

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Seleção Brasileira na Copa do Mundo (Foto: Globo)
Seleção Brasileira na Copa do Mundo (Foto: Globo)

“Independentemente de quem venha pela frente, temos que passar por essa dificuldade. Espero que, desta vez, seja diferente e a gente possa contar a nossa história”, afirmou ele. Além disso, o jogador admitiu que todos precisam de motivar para tentar ganhar o Mundial.

“A responsabilidade do brasileiro é ganhar a Copa do Mundo, por toda a história. Não vejo como querer ser maior que os nossos ídolos. Queremos marcar os corações dos brasileiros como eles marcaram os nossos. Ninguém faz essa comparação interna. Queremos dar orgulho para o povo”, disse ele.

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Matheus Cunha ainda opinou sobre o ataque da Noruega. “Ataque deles é muito forte. Temos que estar focados não só nele. Haaland é um grande jogador e já mostrou em todos os momentos. Contra ele joguei na Alemanha e na Inglaterra. Relacionamento é saudável”, disse ele.

Matheus Cunha é um dos atacantes da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/ Internet)
Matheus Cunha é um dos atacantes da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/ Internet)

Desfalque de Lucas Paquetá

Sobre Lucas Paquetá, que se machucou na última partida e será desfalque na competição até uma possível final, o atacante disse que existem boas opções entre os convocados por Carlo Ancelotti para suprir a ausência, mesmo que não desempenhem as mesmas funções.

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“Depende do plano de jogo do treinador. Estamos cada vez mais confiantes com esse entrosamento e a continuidade que estamos tendo. Dá uma confiança muito grande repetir algumas coisas, demonstrando para vocês e para nós que está dando certo”, disse ele.

Lucas Paquetá no jogo do Brasil contra o Japão pela Copa do Mundo (Foto: Globo)
Lucas Paquetá no jogo do Brasil contra o Japão pela Copa do Mundo (Foto: Globo)

“Vamos sentir falta do Paquetá, porque estávamos criando uma rotina de entrosamento. Depende do que o treinador vai querer para a equipe. Não quero ter a responsabilidade de ser o treinador agora”, brincou. Por enquanto, Ancelotti não revelou quem será o substituto do craque.

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Qual o salário de Carlo Ancelotti?

Carlo Ancelotti recebe um salário de 9,5 milhões de euros por ano (cerca de R$ 55,8 milhões anuais ou R$ 4,6 milhões mensais). Esse valor o consolida como o técnico de seleções mais bem pago do mundo. Vale lembrar que o treinador do Brasil teve seu contrato renovado pela CBF e está garantido para a próxima Copa do Mundo em 2030.

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