Elize Matsunaga: Assombrado? Veja o que aconteceu com apartamento que ela matou Marcos

Ilustração de apartamento em que Elize Matsunaga e Marcos moraram (Fotos: Reprodução / IA Canva / Instagram / Montagem TV Foco)
O caso Elize Matsunaga voltou aos holofotes após lançamento de um filme na Netflix
Com a estreia de Elize: Sombras de Uma Mulher, da Netflix, o caso envolvendo Elize Matsunaga e Marcos Matsunaga, voltou ao centro dos holofotes.
Quando o crime aconteceu, Elize Matsunaga vivia em um apartamento de luxo em São Paulo ao lado de Marcos e da filha do casal, que tinha pouco mais de um ano.
Entre as dúvidas que surgiram após a estreia da produção da Netflix está o destino da cobertura de luxo onde Elize matou o marido em maio de 2012.
AFINAL, O QUE ACONTECEU COM APARTAMENTO QUE ELIZE MATSUNAGA MATOU MARCOS?
O imóvel, localizado na Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo, serviu de cenário para a vida de luxo ostentada pelo casal antes do assassinato que ganhou repercussão nacional.
Foi exatamente na cobertura de dois andares que Marcos Matsunaga foi assassinado por Elize, que posteriormente confessou ter esquartejado o corpo antes de abandonar os restos mortais em vários pontos da Grande São Paulo.
Após a prisão de Elize, o espólio dos bens de Marcos passou para a família dele, incluindo a cobertura onde aconteceu o crime.
Apesar de se tratar de um imóvel de alto padrão, a família optou por não colocá-lo à venda e também decidiu não alugá-lo.
Desde então, o apartamento segue fechado e nunca mais voltou a ser habitado por qualquer morador.
Segundo informações divulgadas do portal Bacci Notícias, todas as despesas de manutenção seguem sendo custeadas pela família Matsunaga, o que mantém o imóvel regularizado e sem dívidas.
ASSOMBRADO?
Outro detalhe que desperta curiosidade envolve o edifício onde fica a cobertura. Ainda em 2012, pouco tempo depois da repercussão do crime, o condomínio decidiu retirar a identificação da fachada do prédio.
A medida foi estiuplada para diminuir a presença de curiosos e evitar que o edifício continuasse sendo associado ao assassinato de Marcos Matsunaga, ou seja, como espécie de um prédio ‘assombrado’.
Desde então, o local exibe apenas a numeração do endereço, sem qualquer menção ao nome do condomínio.
Mesmo após conquistar a liberdade condicional em 2022, Elize Matsunaga nunca solicitou o direito de retornar à cobertura.
Após deixar a Penitenciária de Tremembé, ela passou a morar de forma discreta na cidade de Franca, no interior de São Paulo.
Inclusive, Elize comprou uma casa avaliada em cerca de R$ 250 mil, onde passou a viver longe dos holofotes enquanto cumpre as condições impostas pela Justiça.

SEM CACHÊ?
Embora o filme da Netflix utilize artifícios de dramatização, a produção retrata a rotina de luxo vivida por Marcos e Elize antes da morte do empresário e reproduz detalhes do apartamento onde tudo aconteceu.
Essa, inclusive, não é a primeira produção da Netflix sobre o caso. Em 2021, a plataforma de streaming lançou o documentário Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime.
Na época, o documentário contou com uma entrevista concedida por Elize enquanto ainda estava presa.
Segundo informações na ocasião, ela não recebeu pagamento pela participação no documentário. Também não há registro de que ela tenha recebido qualquer cachê relacionado ao novo filme.
Apesar da obra narrar uma nova abordagem sobre a trajetória de Elize e os acontecimentos que cercaram o homicídio, alguns detalhes do caso não são explorados no filme.
Entre eles está o conteúdo do laudo concluído pelo Instituto Médico Legal (IML), que expõe detalhes dos momentos finais de vida de Marcos Matsunaga.

FILME DEIXA PASSAR DETALHE CHOCANTE SOBRE LAUDO DO IML?
De acordo com as conclusões periciais expostas na época, a causa da morte de Marcos não foi atrelada exclusivamente ao tiro que atingiu sua cabeça. O exame apontou outros fatores para a determinação
De acordo com o laudo, também foi confirmado asfixia respiratória ocasionada pela aspiração de sangue durante o processo de decapitação.
Inclusive, a perícia identificou que Marcos Matsunaga ainda apresentava atividade respiratória quando esse procedimento teve início, informação que se tornou um dos aspectos mais chocantes revelados pela investigação.
Apesar de se basear em elementos conhecidos da investigação e do processo judicial, o filme não pretende abordar os acontecimentos de forma documental.
Em vez disso, aposta em uma narrativa ficcional inspirada no crime que ganhou projeção nacional em 2012.

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