Aos 19 anos, Ágatha Félix vive um momento de intensa dedicação à arte. Depois de construir uma trajetória no teatro, na televisão, nos musicais e na música, a artista segue investindo na própria formação e acredita que o aprendizado é um processo permanente para quem escolhe a atuação como profissão.

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A preparação acompanha uma carreira iniciada aos 9 anos, quando dividiu o palco com Nathalia Timberg e Eva Wilma no espetáculo O Que Terá Acontecido a Baby Jane?, de Charles Möeller e Cláudio Botelho. “Eu acredito que a profissão do ator nunca para de aprender. A gente sempre vai ter novos desafios e sempre tem algo a mais para aperfeiçoar. É uma profissão em que o estudo nunca termina mesmo.” Depois da estreia nos palcos, Ágatha Félix participou de novelas como A Força do Querer e O Sétimo Guardião, integrou musicais como A Noviça Rebelde e Beatles Num Céu de Diamantes e aprofundou sua formação com profissionais como Eduardo Milewicz, Diego de Lima, Ricardo Conti e Heitor Martinez.

Para ela, a prática é essencial, mas o estudo faz toda a diferença no desenvolvimento de um ator. “Com certeza, o estudo faz toda a diferença para a confiança. Eu comecei minha carreira no teatro, na peça O Que Terá Acontecido a Baby Jane?, e eu nunca tinha feito um curso de teatro. Foi muito doido, porque eu aprendi muito ali na prática, com a Nathalia Timberg e a Eva Wilma. Elas me ensinaram, foi uma grande escola para mim mesmo. Mas hoje em dia eu vejo o quanto começar, logo depois de Baby Jane, a fazer cursos e buscar estudar muito atuação foi melhorando a minha confiança e me fazendo evoluir e crescer”.

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Paralelamente à atuação, Ágatha também vem construindo uma carreira na música. Após lançar singles, um EP e, recentemente, o álbum Antes dos 20, a artista afirma que consegue viver um momento que sempre imaginou para a própria carreira.

“Além de eu estar mais velha e viver um momento em que ganhei muito mais maturidade e experiência, estou vivendo um momento muito especial na minha carreira. Eu diria que talvez seja o melhor momento que tenha vivido até agora, porque estou com muita autonomia criativa. Estou 100% imersa na arte, tanto na música quanto na atuação. Sempre foi o meu sonho crescer e estar dessa forma, porque a gente tem muito medo de crescer e ter que abandonar a arte de alguma forma ou tomar outro rumo. Mas eu sempre soube que nasci para ser artista”.

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Mesmo com experiências no audiovisual, o teatro continua ocupando um lugar especial em sua trajetória. Para ela, os desafios do palco tornam qualquer ator mais preparado. “Além de o teatro estar em um lugar muito afetivo para mim, por ter começado a minha carreira nele e por ter sido a minha escola, eu acho que existem muitas vivências que só o teatro proporciona ao ator e que acrescentam muito ao trabalho no audiovisual. No teatro você lida com o público, não tem outro take. Você conta a história do início ao fim e precisa estar totalmente entregue e concentrado para conseguir fazer um bom trabalho”.

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