Obrigada a voltar atrás: A suspensão imediata de serviço da Caixa e o comunicado do banco aos milhões clientes
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Caixa quis se redimir após uma decisão que deixou diversos brasileiros frustrados
O PIX representa uma revolução nos métodos de pagamento no Brasil. Lançado pelo Banco Central, esse sistema de pagamentos instantâneos possibilita a transferência de valores e pagamentos de maneira praticamente instantânea, 24 horas por dia, todos os dias da semana.
Essa agilidade torna o PIX uma alternativa muito conveniente em comparação com os métodos tradicionais de transferência, como TED e DOC, que costumam levar mais tempo para serem processados. Há um tempo atrás, a Caixa chocou a todos após comunicar que as transferência via PIX iriam começar a ser cobrado.
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Contudo, o Palácio do Planalto solicitou a suspensão da cobrança da tarifa do Pix anunciada pela Caixa Econômica Federal na noite de segunda-feira (19). A decisão de cobrar tarifas no Pix para pessoas jurídicas havia causado repercussão negativa, e o governo federal demonstrou preocupação com a medida.
Caixa Econômica Federal (Reprodução/Internet)
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A Caixa, em seu comunicado, explicou que a cobrança da tarifa para pessoas jurídicas foi autorizada pelo Arranjo Pix, de acordo com uma resolução do Banco Central, e era prática comum em várias instituições financeiras desde sua implementação. A cobrança estava programada para começar em 19 de julho. A Caixa justificou a suspensão como uma medida para dar mais tempo aos clientes para se adaptarem à mudança e para esclarecer eventuais dúvidas, especialmente devido à propagação de informações incorretas que geraram especulações.
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A nota da Caixa também mencionou que a decisão de cobrar pelo serviço estava definida desde o ano passado, mas não foi implementada devido à necessidade de adaptação dos sistemas internos do banco.
Como essa cobrança iria funcionar?
O anúncio da Caixa Econômica Federal de que começaria a cobrar tarifas sobre as transações Pix realizadas por pessoas jurídicas causou uma grande repercussão nas redes sociais e levou o Palácio do Planalto a intervir para suspender a decisão.
O banco explicou que suspendeu a cobrança para dar aos clientes mais tempo para se adaptarem à nova regra e para esclarecer eventuais dúvidas. O banco também destacou que a decisão de cobrar pelo serviço estava tomada desde o ano anterior, mas não foi implementada devido à necessidade de realizar ajustes nos sistemas internos da instituição.
A medida gerou debates acalorados e preocupações por parte dos usuários, e a suspensão temporária da cobrança visa dar um período de transição para que as partes envolvidas se ajustem às mudanças e recebam informações adequadas sobre as tarifas associadas às transações Pix para pessoas jurídicas.
Pix (Reprodução/Internet)
As taxas divulgadas pela Caixa Econômica Federal para o uso do PIX estão relacionadas às diferentes modalidades de transações disponíveis na plataforma. É importante notar que essas taxas podem variar de acordo com a instituição financeira ou fintech que oferece o serviço do PIX, portanto, é sempre aconselhável verificar as tarifas específicas da sua instituição financeira.
Aqui estão as principais taxas divulgadas pela Caixa para o PIX:
- Pix Transferência: Nessa modalidade, a tarifa é de 0,89% do valor da operação, com um valor mínimo de R$ 1 e um valor máximo de R$ 8,50. Isso significa que você pagará uma porcentagem do valor da transferência, com limites mínimo e máximo de cobrança.
- Pix Compra: Para pagamentos realizados com o PIX, a taxa é a mesma, 0,89% do valor da operação, com um valor mínimo de R$ 1 e um valor máximo de R$ 130. Novamente, a tarifa é calculada como uma porcentagem do valor da compra.
- Pix Checkout (QR Code dinâmico): Nesse caso, a taxa é de 1,20% do valor da operação, também com um valor mínimo de R$ 1 e um valor máximo de R$ 130. Essa modalidade geralmente é usada por estabelecimentos comerciais que aceitam pagamentos por meio do PIX usando um QR Code dinâmico.
De quem foi a ideia do Pix?
O sistema de pagamentos Pix, idealizado pelo Banco Central do Brasil, teve seu desenvolvimento iniciado por um grupo de estudo da entidade em 2018, durante o governo de Michel Temer. Desde então, o Pix ganhou popularidade entre os brasileiros e se tornou uma forma amplamente utilizada para realizar pagamentos e transferências eletrônicas de forma rápida e conveniente.
Fonte: InfoMoney.