Extintas em 2024: 20 palavras populares que idosas com 60+ usavam e que os jovens aboliram do vocabulário

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

20/03/2024 18:49

3 min

Idoso no celular e jovem ajudando (Foto: Reprodução - Mais Vívida)
Idoso no celular e jovem ajudando (Foto: Reprodução - Mais Vívid...
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Idosos são pegos de supressa pela juventude ao ter que se adaptarem ao vocabulário da nova geração

A rápida evolução da linguagem e da cultura moderna levou à obsolescência de várias palavras e expressões que eram comumente utilizadas por pessoas mais idosas.

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Em 2024, foram identificadas 20 palavras populares entre os idosos, com mais de 60 anos, que caíram em desuso entre os jovens. Essa mudança reflete não apenas uma transformação linguística, mas também uma reconfiguração das referências e experiências compartilhadas entre diferentes gerações.

Idosos felizes (Foto: Reprodução/ Internet)

Idosos felizes (Foto: Reprodução/ Internet)

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  1. Bisbilhotice: Ato de intromissão curiosa na vida alheia, espionagem.
  2. Carraspana: Descreve uma bebedeira, quando alguém sai para beber durante a noite e só retorna de manhã.
  3. Ceroula:Cuecas compridas usadas por homens para evitar que o tecido das calças subisse.
  4. Chapoletada:Expressão para indicar que alguém iria bater em outra pessoa.
  5. Chumbrega:Descreve algo considerado feio, cafona ou estranho, equivalente a “brega” nos dias atuais.
  6. Coqueluche:Originalmente, uma doença infecciosa; pode ser usada metaforicamente para algo muito popular ou em alta.
  7. Esganiçado:Algo ou alguém com voz aguda e estridente.
  8. Fricote:Preocupação excessiva com detalhes sem importância, capricho, exigência minuciosa.
  9. Fuzarca: Descreve bagunça ou tumulto, como em “As crianças fizeram uma fuzarca na sala!”.
  10. Galphofa: Brincadeira, zombaria, gracejo, diversão descontraída.
Idosos se alongando - Foto Internet

Idosos se alongando – Foto Internet

Confira mais 10

  1. Lamúria: Lamentação constante, queixa prolongada, murmúrio de descontentamento.
  2. Macambúzio:Pessoa triste, melancólica, expressando um estado de espírito sombrio.
  3. Marmota:Antigamente, indicava desconfiança em relação a algo, significando que algo estava estranho ou suspeito.
  4. Niqueleira:Bolsa pequena para carregar moedas ou objetos de pouco valor.
  5. Pipi:Forma infantil ou informal de se referir à urina.
  6. Púcaro:Recipiente pequeno, geralmente utilizado para beber líquidos.
  7. Quiprocó:Descreve uma confusão, tumulto ou desordem, como em “Hoje eu vi um quiprocó no mercado”.
  8. Remoque:Crítica irônica, zombaria, deboche.
  9. Safanão:Ato de puxar o braço de alguém para dar uma bronca, gesto brusco de correção ou advertência.
  10. Sirigaita: Termo utilizado para se referir a uma mulher mal-educada, com atitudes constrangedoras, equivalente a “piriguete” nos dias atuais.

Segundo o portal Benefícios Hoje , essas palavras que eram amplamente utilizadas até recentemente e que hoje estão caindo ou já caíram completamente em desuso, junto com seus significados.

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Idosos podem tomar Whey Protein?

Segundo a Dra. Caroline Nagano, que é médica especialista em Cardiologia, Medicina Esportiva e Clínica Médica, o suplemento de whey é recomendado por nutricionistas em todo o mundo, pois é facilmente absorvido pelo organismo.
Para idosos, é um grande aliado para reverter os sintomas da sarcopenia, recuperando a força, aumentando a massa muscular e combatendo a inflamação do tecido muscular.

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Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu